Um roteiro de 16 dias pelo Peru…. “Peru muito além de Machu Picchu”

logo2Peru muito além de Machu Picchu

 

 

Olá amigos do Viajando Barato pelo Mundo, Hoje temos uma convidada aqui no site, a Vanessa, do Blog: www.ciaoviaggio.com .

 

Nesse post ela nos conta sua experiência de 16 dias no Peru, se você está querendo ir, vale a pena conferir… Se você tiver alguma duvida, entre no site da Vanessa ou no instagram dela o @ciaoviaggio que ela ira te responder . Sempre que a Vanessa me manda um post fico muito feliz, pois são cheio de detalhes e você se sente na cidade…

Muito obrigado Vanessa por compartilhar sua experiencia com agente

 

“Bom, vamos ao que interessa? Meu roteirinho de 16 dias e forma de deslocamento entre as cidades:

 

 

Dia 1 – chegada

Saída de São Paulo e chegada a Lima a noite. Check in no hotel e descanso.

 

Dia 2 – Lima

Aproveitamos para conhecer o Centro Histórico e a lindíssima Plaza de Armas, ver a Troca de Guarda (Sim, existe Troca de Guardas em Lima, que acontece todos os dias as 11:45 no Palácio do Governo, que localiza-se na Praça de Armas). Recomendo bastante que você conheça a Catedral e, se tiver tempo, o Palácio Arzobispal. Na catedral, contratamos um guia lá mesmo que ficou 1 hora conosco não apenas falando sobre a catedral em si, mas muitos acontecimentos importantes de Lima na época da conquista. A entrada custou 20 soles e no final, recomenda-se que você deixe uma gorjeta com seu guia.

 

Plaza de Armas

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Caminhamos bastante lá pelo centro e alguns lugares me pareceram meio abandonados – por outro lado, gostamos bastante da Plaza San Martin, de igrejas lindas que vimos peloo caminho  e de algumas sacadas coloniais em madeira (muitas delas estão em restauração). Fomos almoçar e, lendo meu guia, vi que o Huaca Pucclana fecharia no dia seguinte, então nos dirigimos pra lá.

 

 

 

 

Huaca Pucclana é uma construção piramidal que foi descoberta no próprio bairro de Miraflores. Lá o passeio é guiado, dura cerca de 1 hora e é explicado como a construção pode ter sido criada, pra que ea usada e recentes descobertas dos arqueólogos (incluindo múmias).

 

 

Huaca Pucllana

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De lá, fomos dar uma volta pelo bairro, conhecer o famoso Parque do Amor, e passar vontade de voar de asa delta hahahahaha porque coragem mesmo eu não tive. Aí, como aquela era a primeira vez que eu via o Oceano Pacífico, encasquetei de por as mãos lá…lógico que paguei um micão, pois veio uma onda forte…voltamos ao hotel para tomar um banho, decansar e jantar no Casa Moreyra, um dos restaurantes do renomado Gaston Acurio (recomenda-se reservar).

 

Dia 3 – Lima

Voltamos ao centro de Lima para conhecer o Convento de São Francisco e suas famosas catacumbas, passeamos mais um pouco e depois fomos conhecer Barranco, um bairro conhecido como boêmio. A minha intenção na verdade era de conhecer Ponte dos Suspiros, mas ela está em reforma.

 

Foi um passeio bonito, mas não essencial.

 

Barranco

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Dia 4 – Lima e ida a Paracas

 

De manhã, fomos conhecer o Museu Larco, que é um pouco afastado de Miraflores e gostei muito. Lá você encontrará um pouco da história peruana entre 7000 aC até o século XVI – o museu é super bem conservado, com obras identificadas, eu adorei. Na volta, pedimos ao taxista para nos deixar no Mistura, uma feira gastronômica muito legal que estava acontecendo na cidade – pena que tivemos pouco tempo por lá.

As 13 horas partia nosso ônibus para Paracas (empresa Cruz del Sur). Chegamos no final da tarde e fechamos os passeios para o dia seguinte.

 

Dia 5 – Paracas: Ilhas Ballestas e Reserva de Paracas e ida a Nasca

O passeio começou cedo pelas Ilhas Ballestas – trata-se de um passeio de barco em que você verá muitos, mas MUITOS pássaros, pinguins, leões marinhos – é muito lindo, gente! Mas não se iludam se estiver calor: levem um casaco e não se esqueçam do filtro solar e boné – muitos pássaros voando, sabe como é…rs

Infelizmente não se pode sair do barco, mas isso não deixa de ser uma forma de respeitar os animais, o que sempre me deixa feliz!

 

 

 

Ilhas Ballestas

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 Voltamos do passeio, ficamos na empresa que fez o tour conosco para aguardar o próximo, que é a Reserva de Paracas, um lugar super desértico que tem mar…pedrinhas vermelhas fazendo as vezes  de “areia” complementam o cenário. Achei lindo demais! No final, nos levaram a um museu, para entendermos um pouco melhor sobre a biodiversidade daquele local. Por volta das 17 horas, pegamos o ônibus para Nasca (Cruz del Sur) – chegamos a cidade e fechamos o passeio para as Linhas de Nasca com o hotel, que nos trouxe um representante de uma agência de turismo de lá.

 

Reserva de Paracas:

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 Dia 6 – Nasca e Oásis de Huacachina

A ideia era fazermos o voo sobre as linhas as 8 da manhã e depois conhecermos o Cemitério, famoso pelas múmias que abriga. No entanto, devido às condições de tempo (estava nublado de manhã), o voo só saiu as 10:30 e assim tivemos que pular o Cemitério.

 

Eu sou uma pessoa super tranquila com avião, sabe, mas pra quem tem medo, esse passeio deve ser meio tenso…rs. É um aviãozinho de 6 lugares, sendo que 2 destinam-se ao piloto e co-piloto, e que ainda balança bastante, para vermos melhor as figuras. O meu único medo era de enjoar, então logo cedo mandei ver no Dramin…rsss…e foi tranquilo! Gostei do passeio mas não, não consegui ver todas as figuras, o que me frustrou um pouco.

 

O Astronauta, uma das figuras mais curiosas de Nasca:

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Por volta do meio dia, partimos em direção a Ica, para conhecer o lindo Oásis de Huacachina – pegamos um hostel baratinho para deixarmos as malas e usarmos o banheiro, e então fomos bater perna…hehehehe. O Oásis é realmente lindo – infelizmente não se pode nadar no lago, mas você poderá fazer sandboard ou andar de buggy.

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Esse dia foi cansativo…à noite, pegamos o ônibus de volta a Lima e, as 5 da manhã do outro dia, voamos para Cusco.

 

Dia 7 – Chegada em Cusco

Chegamos ao hotel e fomos dormir um pouco, afinal, passamos a madrugada no aeroporto. Depois compramos o Boleto Turístico, que permite a entrada aos principais pontos turísticos de Cusco e,  as 13 horas, começamos o tour chamado de Centro Histórico: ele começa pela Catedral de Cusco e depois segue para algumas cidades incas bem próximas a Cusco – eu já tinha lido a respeito e infelizmente tenho que concordar: perde-se muito tempo na catedral e os outros lugares são feitos as pressas, sendo que em alguns nem paramos. Eu teria feito um tour privado, começando mais cedo – teria sido mais proveitoso.

 

Dia 8 – Cusco

Nesse dia, fizemos um tour guiado por Moray, Salineras de Maras com transfer a Ollantaytambo no final (onde pegaríamos o trem para Águas Calientes) e foi muito bacana. Além de toda a história dos lugares, a guia conversou bastante conosco sobre a cultura e costumes incas e foi muito atenciosa, o tempo todo. Por volta das 15;30 hrs, pegamos o trem para Águas Calientes – tivemos uma sorte enorme, pois não se pode escolher os assentos quando se compra as passagens e fomos “sorteados”com a primeira fileira do primeiro vagão: a paisagem toda pra gente!! Uhuulll. A estrada é super bonita, com o rio Urubamba do lado esquerdo – o tempo passou sem percebermos.

Chegamos a Águas Calientes e foi o tempo de fazer check in, comprar os passes de ônibus para Machu Picchu para o dia seguinte e dormir, pois o dia começaria cedo.

 

 

Moray:

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Salineras de Maras:

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Dia 9 – Machu Picchu (com Wayna Picchu)

O dia mais aguardado de toda a viagem! As 4:30 já estávamos de pé e as 5 no ponto de ônibus (conseguimos entrar no terceiro). Aguenta coração!!! Hahahaha. Logo na entrada, vários guias vão te abordar oferecendo passeio por Machu Picchu e é meio que na sorte – pagamos 25 soles cada por 2 horas de guia num grupo de cerca de 10 pessoas no total. Eu amei tudo o que vi e fiquei ainda mais impressionada com a cultura inca, porém, a guia parecia ter decorado o discurso e saia nos falando, sabem? Sem muita abertura para perguntas…

O meu horário para subir a Wayna Picchu era as 10 horas e achei isso bom, pois é o horário que Machu Picchu começa a encher com os turistas que vem de Cusco. Gente, eu sou uma pessoa que nunca levou a academia muito a sério, então, pra mim, a subida foi bem difícil – e pra muitas pessoas que estavam lá também hahahahahaha. A trilha é feita basicamente de escadas, em muitos pontos tem cordas para te ajudar a subir e o que recomendo fortemente é que você leve muita água (ao menos 2 garrafinhas), protetor solar, boné/chapéu. E, no mais, respeite seu ritmo. A trilha tem alguns pontos perigosos, sim, mas menos do que eu imaginava. Vá com calma que, se eu consegui, você consegue….hahahaha

Almoçamos no Buffet que tem dentro do parque (compramos o almoço junto com a passagem do trem de volta) mas não recomendo: super caro pelo que oferece!

 

No fim da tarde, voltamos a Poroy, a estação de trem mais próxima de Cusco e, de lá, um táxi até nosso hotel, que já havíamos combinado.

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Morta de cansada é pouco para me descrever nesse momento…rs

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Dia 10 – Cusco

 

Queríamos um dia livre em Cusco, para conhecer o centrinho, explorar a cidade, e esse dia foi dedicado a isso – e, no final das contas, foi excelente, já que estávamos muito cansados do dia anterior.

Lógico que a Catedral e a Igreja Companhia de Jesus são pontos meio que mandatórios e, na Companhia, você pode subir as escadas para ter a vista da Plaza de Armas lá de cima.

Visitamos diversos museus que estavam inclusos no nosso Boleto Turístico e fomos descansar (minhas pernas ficaram ACABADAS depois de Wayna Picchu…hehehehe)

 

 

Plaza de Armas, Cusco

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Dia 11 – Vale Sagrado

Fechamos com o hotel o tour pelo Vale Sagrado, o passeio dura o dia inteiro e visita Pisac, Ollantaytambo e Chinchero – muitas pessoas deixam o passeio em Ollanta para seguir para Águas Calientes, porém, fizemos o passeio todo.

 

O ruim é que teve um mega congestionamento por conta de um caminhão quando saiamos de Ollanta, obrigando os viajantes que iriam pegar o trem para Águas Calientes a descer e caminharem e nós chegamos em Chinchero já tarde, e visitamos apenas uma espécie de Centro de Cultura, em que algumas famílias produzem seu artesanato com lã de alpaca. O que parecia ser um programa super “pega turista”me surpreendeu bastante, aumentando ainda mais a minha admiração por esse povo e seu trabalho. Detalhe: entre si, as artesãs só conversavam em quechua, nada de espanhol. E essa era um hábito em vários outros lugares que conheci nos arredores de Cusco J

 

Ollantaytambo

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No final desse dia, as 22 horas, pegamos nosso ônibus para Puno, para finalmente conhecer o Lago Titicaca.

 

Dia 12 – Ilhas de Uros e Taquile

 

Chegamos em Puno as 4:30 da manhã e o tour veio nos buscar as 7:30 para o passeio às Ilhas de Uros, que são aquelas ilhas artificiais feitas com totora no meio do lago Titicaca, o mais alto lago navegável do mundo. O transporte é feito de barco e optamos por um mais rápido (e também mais caro). Hoje em dia a visita a Uros virou um programa super turístico, a maioria dos índios aimarás que habitam as ilhas estão lá para vender artesanato aos turistas, porém, mesmo assim achei que valeu a pena. Lá o guia nos explicou como as ilhas são construídas, fizemos um passeio de barco de totora (dura uns 20 minutos, poderia ter sido menos…rs) e tivemos um tempo para comprar o artesanato.

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Em seguida, partimos para as Ilhas Taquile, e dá-lhe altitude mais uma vez (chegamos a uns 4500m, se não me engano). Para se chegar a praça da Ilha, muita escadaria (leve água e protetor solar). O passeio é muito bonito pois você tem a vista do Lago Titicaca lá de cima, vale a pena! No passeio, estava incluso um almoço feito por alguns habitantes da ilha, num local super simples e agradável: de entrada, uma sopa de quinua com legumes e, de prato principal as opções eram truta ou tortilla, fiquei com a primeira opção e adorei.

 

O barco (que balançou a ponto de nos tirar da cadeira – sem brincadeira…risos, acho que por ser o de alta velocidade) nos deixou de volta em Puno e o transfer, no hotel. Jantamos cedo e logo fomos dormir, estávamos mortos de cansaço.

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Dia 13 – Puno para Arequipa

Nosso ônibus para Arequipa sairia só as 15 horas, então conseguimos ir conhecer Puno propriamente dita de manhã. A cidade é bem feia, pelo que me disseram, casas inacabadas pagam menos impostos,  o que dá um tom bem pobre e mal cuidado à cidade.

Conhecemos a Praça, a Catedral e fomos tomar um café na Casa del Corregidor, uma casinha colonial super charmosa ao lado da Catedral, que tem lojas e café. Exploramos um pouco o centro e voltamos ao hotel para usar a internet e depois partir para Arequipa.

Mais uma vez viajamos de Cruz del Sur e, devido a obras na estrada, nosso trajeto atrasou em cerca de 2 horas – muito chato, mas essas coisas podem acontecer em qualquer lugar e no Peru, você tem que estar preparado para esse tipo de inconveniente…

 

 

Dia 14 – Arequipa

Esse foi o dia de conhecer a “Cidade Branca” de Arequipa, que ganha essa descrição pelo fato de muitas de suas construções serem feitas de pedra vulcânica, chamada sillar.

Arequipa é a segunda maior cidade do Peru, cercada por montanhas e vulcões, sendo o Misti o mais famoso deles.Seu centro histórico é lindo e bem preservado. Para quem tiver pouco tempo na cidade, aconselho que pelo menos visitem a Catedral e façam o passeio guiado pelo Monastério de Santa Catalina. Nós caminhamos bastante e conhecemos igrejas, museus, fomos ao mirante de Yanahuara, que tem uma vista linda para o Misti.

 

 

Plaza de Armas, Arequipa

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Dia 15 – Vale del Colca

Esse dia começou bem cedo: levantamos as 2 da manhã e antes das 3 o tour já foi nos buscar. O passeio tradicional para o Vale del Colca é de 2 dias e 1 noite, e, quando feito em 1 dia só começa assim cedo mesmo.

 

Chegamos em Chivay, nossa primeira parada, por volta das 8 horas – tomamos café da manhã num local que já estava incluso no passeio e seguimos viagem em direção ao Mirador dos Condores – esse é um dos grandes propósitos do passeio, ver a maior ave voadora do mundo, com envergadura de até 3,5 m dar um show nos céus, deixando os turistas embasbacados.

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Mas a paisagem dessa viagem também é incrível: acho que nunca vi tanta montanha na minha vida, é lindo demais! O problema, na minha opinião, é que é muito mais tempo de estrada do que outra coisa, e tudo isso numa van sem ar condicionado: de manhã, um frio de lascar (a guia até nos entregar cobertor) e, durante o dia, um sol ardido, sem contar o fato de que uma parte da estrada é de terra e, devido ao calor, o motorista do ônibus deixava o vidro do carro aberto.

Chegamos de volta ao hotel por volta das 17 horas, com muito cansaço, areia e felizes!

 

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Dia 16 – Arequipa a Lima

Durante a manhã, fomos dar uma passeada pela Plaza de Armas e outras ruas pelas  proximidades, compramos chocolates na La Iberica e voltamos ao hotel para arrumar as coisas (conseguimos o late check in). Partimos de Arequipa a Lima de avião, o voo atrasou 1 hora e, em Lima, nos hospedamos ao lado do aeroporto, pois nosso voo partiria cedo no dia seguinte.

 

Essa foi uma viagem fantástica, com muitas trocas de cidade, hoteis, deslocamentos cansativos, mas a paisagem, a cultura e a simpatia do povo peruano me conquistou de tal forma que ainda pretendo um dia voltar ao país para conhecer outras cidades.

Se você curtiu esse relato e também se interessou pelo Peru, não deixe de acompanhar os posts no Ciao Viaggio e ficar de olho nas promoções de passagens aqui no Viajando Barato pelo Mundo.

 

Abraços

Vanessa

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