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Quanto Custa Viajar para Las Vegas: Orçamento Completo por Perfil (Guia 2026)

Quanto Custa Viajar para Las Vegas: Orçamento Completo por Perfil (Guia 2026)

✍️ Escrito por Gleybson
Especialista em viagens para os EUA, morador dos Estados Unidos há mais de 7 anos. Todos os preços e faixas de custo deste guia foram verificados em fontes atualizadas antes de publicar. Valores sujeitos a variação cambial e de temporada. Atualizado em maio de 2026.

Quanto Custa Viajar para Las Vegas: Orçamento Completo por Perfil (Guia 2026)

⚡ Resposta rápida:

Uma viagem de 7 dias a Las Vegas saindo do Brasil custa, em 2026, aproximadamente: econômico a partir de R$12.000, intermediário de R$18.000 a R$25.000 e luxo acima de R$35.000 por pessoa. Os maiores custos são a passagem aérea (a partir de ~R$3.300 ida e volta, sempre com conexão) e o hotel (US$40 a US$500+/noite, mais a temida resort fee de US$35-US$55/dia). Some ainda visto americano (US$185), seguro viagem (a partir de ~R$13/dia), comida (US$30-US$80/dia), shows e passeios. A boa notícia: Vegas tem muita atração de graça, e dá para economizar muito viajando no meio da semana e fora dos grandes eventos.

“Quanto custa viajar para Las Vegas?” é a pergunta que abre o planejamento de toda viagem à cidade — e a resposta honesta é: depende muito das suas escolhas. Vegas é uma cidade de extremos, onde você pode dormir num hotel de US$40 ou de US$800, jantar um cachorro-quente de US$5 ou um menu de chef de US$300. A arquitetura da cidade foi feita para extrair dinheiro o tempo todo — mas, quem entende como os custos funcionam, escolhe exatamente onde gastar e onde economizar.

Depois de anos morando perto e ajudando dezenas de brasileiros a montar a viagem, preparei este guia de orçamento completo e atualizado para 2026. Vou destrinchar todos os custos — passagem, visto, seguro, hotel, comida, transporte, shows, passeios e os gastos escondidos — e montar três simulações de orçamento por perfil (econômico, intermediário e luxo), para você saber exatamente quanto levar. No fim, ainda dou minhas melhores dicas para gastar menos sem perder a graça.

Se você ainda está montando o roteiro, vale ler também os nossos guias de o que fazer em Las Vegas, onde ficar em Las Vegas, melhores shows de Las Vegas, o que fazer em Las Vegas de graça e Grand Canyon saindo de Las Vegas. Agora, vamos aos números.

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Visão Geral: Quanto Custa Viajar para Las Vegas

Antes de destrinchar cada item, vale ter uma noção do total. Uma viagem de 7 dias saindo do Brasil, por pessoa, em 2026 (com o dólar oscilando em torno de R$5), fica mais ou menos assim:

Perfil Total estimado (7 dias) Estilo
Econômico a partir de ~R$12.000 Hotel simples, comida de food court, atrações grátis
Intermediário ~R$18.000 a R$25.000 Hotel na Strip, restaurantes casuais, 1-2 shows
Luxo acima de ~R$35.000 Hotel cinco-estrelas, alta gastronomia, VIP

Esses valores já incluem passagem, hotel, visto, seguro, comida, transporte e algum lazer — mas variam muito conforme o câmbio, a época e o quanto você decide gastar em compras, cassino e baladas. A grande verdade de Vegas é a que repito sempre: a cidade custa o que você decidir que ela vai custar. Vamos agora a cada item do orçamento.

O que mais pesa no orçamento

Antes de detalhar, é importante entender a proporção de cada custo, porque é nela que você decide onde vale a pena economizar. Para o brasileiro, dois itens dominam o orçamento e juntos costumam representar mais da metade do gasto total: a passagem aérea e a hospedagem. São os “custos fixos pesados” — e onde uma boa decisão (comprar a passagem com antecedência, escolher o hotel certo e dividir o quarto) gera a maior economia.

Na sequência vêm os custos médios e flexíveis: alimentação, shows, passeios e compras. Aqui o controle é totalmente seu — dá para gastar muito ou pouco, conforme o estilo. E, por fim, os custos fixos menores, porém obrigatórios: visto (uma vez só, válido por anos), seguro viagem e chip de internet. São baratos perto do total, mas essenciais — e não vale a pena cortar.

A lição prática: concentre sua energia de economia nos dois grandes (passagem e hotel), seja consciente nos flexíveis (comida, lazer, compras) e não economize nos pequenos essenciais (seguro, principalmente). Esse é o equilíbrio que faz a viagem caber no bolso sem perder a graça nem te deixar exposto a riscos.


Passagem Aérea: Brasil → Las Vegas

A passagem costuma ser o maior custo da viagem para o brasileiro — e o primeiro detalhe importante é que não existe voo direto do Brasil para Las Vegas. Todos os trajetos têm pelo menos uma conexão, geralmente em algum hub nos EUA (como Houston, Miami, Dallas ou Atlanta) ou em Lisboa/Cidade do Panamá, dependendo da companhia.

Quanto custa a passagem

Saindo de São Paulo (GRU), os preços de ida e volta começam, em promoções e datas tranquilas, em torno de R$3.290 a R$4.000. Em alta temporada, feriados e datas concorridas, esse valor pode passar facilmente de R$5.000 a R$6.000+. Saindo de outras cidades do Brasil, some o trecho doméstico até São Paulo (ou a conexão adicional).

As companhias mais comuns nessa rota são United, Delta, American, LATAM, Azul e Copa, com tempos de viagem que variam bastante conforme a conexão — em geral de 15 a 24 horas no total, somando o tempo de espera.

Dicas para economizar na passagem

  • Compre com antecedência. De 3 a 6 meses antes costuma dar os melhores preços nessa rota longa.
  • Seja flexível com as datas. Voar no meio da semana e fora de feriados e férias escolares reduz bastante o valor.
  • Considere usar milhas. Essa rota é um ótimo destino para resgate de milhas, já que o valor em dinheiro é alto.
  • Compare conexões. Às vezes voar até uma cidade-hub (como Miami ou Orlando) e seguir num trecho doméstico separado sai mais barato — e ainda permite emendar destinos.
  • Monitore promoções. Os preços nessa rota oscilam muito; vale acompanhar por algumas semanas antes de fechar.

💡 Dica de quem mora aqui: muitos brasileiros aproveitam para combinar Las Vegas com outros destinos americanos (Los Angeles, Grand Canyon, San Francisco, Orlando), já que a viagem é longa e cara. Se for o seu caso, vale planejar um roteiro multi-cidades para diluir o custo da passagem.

Atenção à bagagem

Um detalhe que infla o custo da passagem sem você perceber: a bagagem despachada. Muitas tarifas promocionais (as “básicas”) incluem só a bagagem de mão. Despachar uma mala pode custar de US$35 a US$75 por trecho — ou seja, US$70 a US$150 na ida e volta. Some isso ao comparar tarifas; às vezes uma passagem “mais cara” que já inclui mala sai mais barata no total. E lembre: voltar de Vegas costuma vir com mala mais cheia (compras!), então planeje o espaço.

Voos internos vs. internacionais

Se você já vai estar nos EUA (por exemplo, indo a Orlando ou Miami primeiro), um voo doméstico até Las Vegas costuma ser bem mais barato que o trecho internacional — companhias como Southwest, Spirit e Frontier fazem essa rota por valores que às vezes ficam abaixo de US$100-150 só ida, dependendo da origem e da antecedência. É uma forma inteligente de encaixar Vegas num roteiro maior pelos Estados Unidos sem pesar tanto no bolso.


Visto Americano e Documentos

Para entrar nos EUA, o brasileiro precisa de visto de turista (B1/B2). Esse é um custo único que vale por até 10 anos (na maioria dos casos), então dilui bem se você viajar mais vezes aos Estados Unidos.

Quanto custa o visto

A taxa do visto americano em 2026 é de US$185 por pessoa (cerca de R$920, conforme o câmbio). Mas o custo final pode ser maior quando você soma deslocamento até o consulado (ou CASV), impressão de documentos e eventuais despesas — alguns viajantes relatam um total que pode passar de R$1.500 por pessoa com tudo incluído.

Boa notícia: em 2026, os tempos de espera estão bem mais curtos que nos anos anteriores. E, na maioria dos casos, quem teve visto que venceu há menos de 48 meses pode renovar sem entrevista. A taxa de aprovação para brasileiros é alta (em torno de 95%) — o segredo é ter vínculos claros com o Brasil e ser sincero.

Outros documentos

  • Passaporte válido (com pelo menos 6 meses de validade a partir da viagem). Tirar ou renovar custa em torno de R$257 de taxa.
  • Comprovantes: tenha à mão reserva de hotel, passagem de volta e comprovante financeiro — podem ser solicitados na imigração.
  • Carteira de motorista: se for alugar carro, a CNH brasileira costuma ser aceita, mas vale levar a PID (Permissão Internacional) por garantia.

Atenção: não confunda o visto americano com o ESTA. O ESTA é a autorização eletrônica usada por países do programa de isenção de visto — o que não é o caso do Brasil. O brasileiro precisa mesmo do visto tradicional (B1/B2).

Viajando em família ou com crianças

Cada pessoa precisa do próprio visto, inclusive bebês e crianças — então multiplique o custo de US$185 por todos os integrantes da família (é um dos gastos que mais surpreende quem viaja em grupo). Para menores, há regras específicas de documentação, e crianças geralmente são dispensadas da entrevista presencial. Se a viagem é em família, some isso ao orçamento com antecedência, porque o visto de todos de uma vez pode ser um valor considerável. A boa notícia é que, uma vez emitido, ele vale por anos e serve para futuras viagens aos EUA — diluindo bastante o custo no longo prazo.


Seguro Viagem (Não Economize Aqui!)

Esse é o item que eu mais recomendo não cortar. O sistema de saúde americano é o mais caro do mundo: uma consulta simples pode custar US$300, e uma internação ou cirurgia ultrapassa facilmente US$20 mil a US$100 mil. Sem seguro, qualquer imprevisto pode custar mais que a viagem inteira — ou virar uma dívida impagável.

Quanto custa o seguro viagem para os EUA

O preço varia conforme a idade, a duração e a cobertura. Em 2026, para uma viagem de 7 dias, os valores por dia ficam mais ou menos assim:

Cobertura médica Custo aproximado por dia
US$30-35 mil (básico) a partir de ~R$13-37/dia
US$60 mil (intermediário) ~R$44/dia
US$150 mil ~R$56/dia
US$250 mil (completo) ~R$67/dia

Na prática, para uma viagem de 7 dias, o seguro costuma sair entre R$200 e R$500 por pessoa — um valor pequeno perto da tranquilidade que oferece. Para os EUA, recomenda-se cobertura médica de pelo menos US$60 mil; quanto mais, melhor.

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Hospedagem (e a Armadilha das Resort Fees)

A hospedagem é, junto com a passagem, o maior custo da viagem — e em Vegas tem uma particularidade que pega todo turista de surpresa: a resort fee.

Quanto custa o hotel por noite

Os preços variam enormemente conforme a categoria, o dia da semana e a época. Faixas gerais (diária, antes da resort fee):

Categoria Diária aproximada Exemplos
Econômico US$40-110 Excalibur, Luxor, The LINQ, Circus Circus
Intermediário US$110-200 Paris, Planet Hollywood, New York-New York
Luxo US$250-500+ Bellagio, Caesars, Wynn, ARIA, Venetian

A temida resort fee

Quase todos os hotéis de Las Vegas cobram uma resort fee — uma taxa diária obrigatória que não aparece no preço anunciado e é cobrada à parte (geralmente no check-out). Ela varia de US$35 a US$55 por noite, mais imposto, e cobre Wi-Fi, academia e piscina. A regra de ouro: sempre some a resort fee ao comparar preços. Um quarto de US$90 com fee de US$50 custa, na real, US$140+ por noite. Explico tudo no nosso guia de onde ficar em Las Vegas.

Quanto reservar para o hotel (7 noites)

Somando diária + resort fee + impostos, uma estimativa realista para 7 noites:

  • Econômico: ~US$700 a US$1.100 no total (dividido entre 2 pessoas, cai pela metade por cabeça).
  • Intermediário: ~US$1.400 a US$2.000 no total.
  • Luxo: ~US$2.500 a US$4.500+ no total.

💡 Dica: dividir o quarto entre 2 a 4 pessoas é a forma mais eficiente de baratear a hospedagem — o quarto custa o mesmo, e o valor por cabeça despenca.

O depósito de “incidentals” (não é cobrança, mas bloqueia limite)

Um detalhe que assusta quem não sabe: no check-in, a maioria dos hotéis de Vegas faz um bloqueio (hold) no seu cartão para eventuais despesas extras (frigobar, danos, room service) — geralmente de US$50 a US$100 por dia. Não é uma cobrança: o valor é liberado alguns dias após o check-out se você não usar nada. Mas ele ocupa limite do seu cartão durante a estadia, então garanta que o cartão tem folga suficiente para esse bloqueio além dos seus gastos reais. É uma das coisas que mais geram dúvida no balcão.

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Alimentação: Quanto Gastar com Comida

Vegas tem fama de restaurantes caríssimos de chef, mas a verdade é que dá para comer de tudo, em qualquer faixa de preço. O gasto diário com comida depende totalmente das suas escolhas.

Faixas de preço por refeição

  • Fast food e food courts: US$10-15 por refeição. Toda Strip tem praças de alimentação com redes conhecidas.
  • Restaurantes casuais / mid-range: US$25-45 por prato principal.
  • Buffets: de US$25 a US$70+ por pessoa, conforme o nível e o horário (o de café da manhã costuma ser o melhor custo-benefício).
  • Alta gastronomia (chef): US$80-150+ por prato, sem bebidas.

Quanto reservar por dia

Como referência diária de alimentação por pessoa:

Perfil Gasto diário com comida
Econômico US$30-40/dia (food court, fast food, mercado)
Intermediário US$60-90/dia (restaurantes casuais, 1 buffet)
Luxo US$150-300+/dia (restaurantes de chef)

💡 Dicas para economizar na comida: almoce em vez de jantar (mesmos pratos, preço menor), aproveite os happy hours, divida porções (que costumam ser enormes nos EUA), coma na Downtown (bem mais barato que a Strip) e evite jantar todo dia dentro dos hotéis de luxo. Um detalhe: água engarrafada na Strip é cara — leve uma garrafinha reutilizável.

Estratégias concretas de economia com comida

Algumas táticas que funcionam de verdade e que eu sempre recomendo: faça do almoço a refeição principal — muitos restaurantes de chef têm menu de almoço com os mesmos pratos do jantar por bem menos; aproveite os cafés da manhã de cassino, tradicionalmente baratos e fartos; experimente um buffet por viagem (vale pela experiência e por matar a fome de uma vez); e use supermercados e lojas de conveniência para água, snacks e café — comprar uma água no mercado custa uma fração do que custa no frigobar ou na loja do hotel. Para grupos, dividir pratos e sobremesas (que são generosos) corta a conta facilmente.

Outra dica de morador: fora da Strip, especialmente em bairros como Chinatown de Las Vegas (na Spring Mountain Road), há restaurantes excelentes e baratíssimos — comida asiática autêntica, porções enormes, preços que são metade do que se paga na Strip. Um Uber até lá compensa pela economia (e pela qualidade) se você ficar alguns dias na cidade.


Transporte e Chip de Internet

Boa notícia: se você ficar na Strip central, o transporte interno custa pouco — dá para fazer muita coisa a pé.

Do aeroporto ao hotel

O aeroporto (Harry Reid / LAS) fica coladinho na Strip. As opções: Uber/Lyft (mais econômico e prático, geralmente US$12-25), táxi (um pouco mais caro) ou van compartilhada (mais barata por pessoa, mas demora). Conte com cerca de US$20-35 no transfer, dependendo do horário e do destino na Strip.

Transporte dentro de Vegas

  • A pé: grátis (mas as distâncias enganam — use tênis).
  • Trens gratuitos entre alguns hotéis (Mandalay Bay–Luxor–Excalibur; ARIA–Bellagio).
  • The Deuce (ônibus 24h que percorre a Strip e vai à Downtown): cerca de US$6 a viagem ou US$20 o passe de 24h.
  • Las Vegas Monorail: cerca de US$5,50 a viagem ou US$17 o passe de 24h (corre pelo lado leste da Strip).
  • Uber/Lyft: US$8-25 por trajeto, conforme distância e demanda.

Aluguel de carro (opcional)

Só vale se você pretende fazer bate-voltas (Grand Canyon, Hoover Dam, Red Rock). Para ficar só na Strip, o aluguel + estacionamento pago nos hotéis não compensa. Se alugar, conte com a diária do carro + combustível + estacionamento (que na maioria dos hotéis da Strip é pago).

Chip de internet

Internet é praticamente obrigatória: você vai usar GPS, Uber, conferir horários de shows, comparar preços e se comunicar. Um chip ou eSIM internacional resolve isso de forma barata e sem a surpresa do roaming da operadora brasileira (que é caríssimo). É um custo pequeno que evita uma grande dor de cabeça.

Quanto reservar para transporte (7 dias)

Na prática, se você ficar bem localizado na Strip central, o gasto com transporte interno é baixo — muita gente fecha a semana com US$60 a US$120 por pessoa em Ubers e transportes, fora o transfer do aeroporto. Quem fica longe do centro ou faz muitos deslocamentos noturnos gasta mais. Comparando as opções para um trajeto típico na Strip: caminhar é grátis (mas cansa no calor), o tram entre hotéis é grátis, o Deuce/monorail sai por poucos dólares e o Uber é o mais rápido e confortável por US$8-25. A estratégia ideal é misturar: caminhe e use trens de dia, e reserve o Uber para a noite e quando estiver cansado. Assim você equilibra economia e conforto sem comprometer o orçamento.

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Shows, Passeios e Atrações

Aqui é onde Vegas brilha — e onde o orçamento pode crescer rápido (ou ficar baratíssimo, se você souber). É a parte mais flexível do gasto.

Shows

Os ingressos variam muito: de cerca de US$30-50 (shows de tarde e menores) a US$300+ (Cirque du Soleil premium e grandes residências de música). Faixas médias: mágica de US$43-110, Cirque de US$80-300+, residências no Sphere/Colosseum de US$100-350+. Veja qual escolher no nosso guia de melhores shows de Las Vegas. Reserve 1 a 2 shows numa viagem típica e você terá uma das experiências mais marcantes da cidade.

Passeios e bate-voltas

O passeio mais procurado é o Grand Canyon: dependendo da modalidade, vai de cerca de US$70-90 (ônibus à West Rim) a US$269-750 (helicóptero). Veja as opções no guia do Grand Canyon saindo de Las Vegas. Outros passeios pagos: a roda-gigante High Roller, observatórios, experiências e parques aquáticos.

Atrações gratuitas (o segredo da economia)

A melhor notícia do orçamento: Vegas tem dezenas de atrações 100% gratuitas — fontes do Bellagio, jardins, shows de luz, circo, instalações de arte no deserto. Dá para encher dias inteiros sem gastar nada em atração. Veja a lista completa no guia o que fazer em Las Vegas de graça. Equilibrar atrações grátis com 1-2 experiências pagas é a fórmula ideal de custo-benefício.

Cassino (o gasto “invisível”)

Apostar é opcional, mas muita gente reserva um valor para o cassino. O turista médio gasta algumas centenas de dólares em jogo. A regra de ouro: defina um limite fixo, encare como entretenimento (não como investimento) e nunca aposte o que você não pode perder. Quem está jogando costuma receber bebidas de cortesia (com gorjeta).


Custos Escondidos que Pegam o Brasileiro

Esses são os gastos que não aparecem no planejamento inicial e que, somados, fazem diferença no orçamento. Fique atento:

  • Resort fees: a campeã das surpresas (US$35-55/noite, à parte da diária). Já falamos dela, mas vale repetir — é a que mais pega gente desprevenida.
  • Gorjetas (tips): nos EUA, gorjeta é praticamente obrigatória. Espera-se de 18% a 22% em restaurantes, US$1-2 por bebida no bar/cassino, US$2-5 por mala carregada, alguns dólares por dia para a camareira. Reserve um buffer de 15-20% do orçamento de comida só para gorjetas.
  • Impostos sobre vendas (sales tax): os preços nas lojas e cardápios não incluem imposto — ele é somado no caixa (em torno de 8,3% em Las Vegas). O que está na etiqueta não é o que você paga.
  • Live Entertainment Tax: cerca de 9% sobre ingressos de shows (geralmente já embutido quando compra por parceiro).
  • IOF e câmbio: compras no cartão de crédito brasileiro têm IOF e podem ter spread cambial. Pagar em reais antecipado (hotel, seguro, ingressos) evita parte disso.
  • Estacionamento: se alugar carro, a maioria dos hotéis da Strip cobra estacionamento por dia.
  • ATM dos cassinos: têm taxas altíssimas. Evite sacar dinheiro neles.

💡 Regra prática: some 15-20% ao seu orçamento estimado para cobrir gorjetas, impostos e imprevistos. Em Vegas, o “preço final” quase nunca é o preço anunciado.

Entendendo as gorjetas (o brasileiro sempre erra)

Como a gorjeta confunde muito quem vem do Brasil, vale um guia rápido do que se espera nos EUA: em restaurantes com garçom, de 18% a 22% sobre a conta (alguns lugares já incluem o “gratuity” no valor para grupos — confira antes de pagar de novo); em bares e cassino, US$1-2 por bebida; para o bell boy que leva as malas, US$2-5 por mala; para a camareira, alguns dólares por dia deixados no quarto; para motoristas de Uber/táxi, 10-15% (opcional, mas bem-visto). Não dar gorjeta é considerado falta de educação — e, em alguns casos, o funcionário pode até questionar. Reserve notas pequenas (US$1 e US$5) justamente para isso. Um exemplo: um jantar de US$100 vira US$118-122 com a gorjeta — então sempre calcule esse extra ao planejar.


Moeda, Cartões e Câmbio: Como Levar Dinheiro

Como você vai lidar com o dinheiro impacta diretamente o custo final da viagem — escolhas erradas aqui podem te fazer perder dezenas ou centenas de reais em taxas. Veja as melhores práticas:

Cartão de viagem pré-pago (a melhor opção)

A forma mais inteligente de levar a maior parte do dinheiro é num cartão de viagem pré-pago em dólar (oferecido por bancos, corretoras e fintechs). Você carrega em reais quando o câmbio está bom, “trava” a cotação e gasta em dólar sem o IOF alto do cartão de crédito comum. A maioria funciona em qualquer lugar que aceite Visa/Mastercard, que nos EUA é praticamente tudo.

Cartão de crédito brasileiro

Funciona em Vegas, mas atenção a dois pontos: incide IOF sobre compras internacionais (mais alto que no cartão pré-pago) e pode haver spread cambial do banco. Use-o como reserva ou para garantias (alguns hotéis bloqueiam um valor de “incidentals” no check-in). Avise o banco antes de viajar para o cartão não ser bloqueado por suspeita de fraude.

Dinheiro em espécie

Leve algum dinheiro vivo em dólar — principalmente notas pequenas (US$1, US$5) para gorjetas, que são parte essencial da cultura americana. Não precisa de muito (a maioria dos gastos é no cartão), mas ter US$100-200 em espécie evita apuros. Troque no Brasil, com antecedência, comparando casas de câmbio — nunca troque no balcão do hotel em Vegas (câmbio péssimo) nem saque nos ATMs dos cassinos, que cobram taxas altíssimas.

O fator câmbio

Como tudo em Vegas é cobrado em dólar, a cotação do dólar é o que mais mexe no custo total da sua viagem em reais. Uma variação de R$0,50 no dólar pode significar centenas de reais a mais ou a menos no orçamento. Por isso, comprar antecipado e em reais (passagem, hotel, seguro, ingressos) é uma forma de “travar” boa parte dos custos e se proteger da oscilação.


Agora juntando tudo, aqui estão três simulações realistas para uma viagem de 7 dias, por pessoa, saindo do Brasil em 2026 (câmbio de referência ~R$5/US$). Lembrando que são estimativas — o câmbio e a época mudam os valores.

Perfil Econômico (a partir de ~R$12.000)

Item Valor estimado
Passagem aérea (ida e volta) ~R$3.500
Hotel (7 noites, dividido em 2) ~R$2.000
Visto (custo único, rateado) ~R$920
Seguro viagem ~R$250
Comida (US$35/dia) ~R$1.200
Transporte + chip ~R$600
Atrações (muito grátis + 1 show barato) ~R$500
Extras / gorjetas / imprevistos ~R$1.500
Total aproximado ~R$12.000+

Como funciona: hotel econômico dividido, comida de food court, foco nas atrações gratuitas, um show baratinho e transporte público/a pé. É totalmente possível conhecer Vegas gastando relativamente pouco.

Perfil Intermediário (~R$18.000 a R$25.000)

Item Valor estimado
Passagem aérea (ida e volta) ~R$4.500
Hotel na Strip (7 noites, dividido em 2) ~R$5.000
Visto (custo único, rateado) ~R$920
Seguro viagem ~R$350
Comida (US$75/dia) ~R$2.600
Transporte + chip ~R$900
Shows (1-2) + passeio Grand Canyon ~R$2.500
Extras / gorjetas / compras ~R$3.000
Total aproximado ~R$19.000 a R$25.000

Como funciona: hotel bem localizado na Strip, restaurantes casuais e um ou outro buffet, 1-2 shows, o passeio ao Grand Canyon e uma boa folga para compras e gorjetas. É o equilíbrio ideal entre conforto e custo — a faixa da maioria dos brasileiros.

Perfil Luxo (acima de ~R$35.000)

Item Valor estimado
Passagem (executiva ou alta temporada) ~R$7.000-12.000
Hotel 5★ (7 noites, dividido em 2) ~R$12.000+
Visto (custo único, rateado) ~R$920
Seguro viagem (cobertura ampla) ~R$500
Comida (alta gastronomia) ~R$7.000+
Transporte (Uber/transfers privados) ~R$1.500
Shows VIP + passeios premium ~R$4.000+
Compras / cassino / extras livre
Total aproximado ~R$35.000+

Como funciona: hotel cinco-estrelas (Bellagio, Wynn, ARIA), restaurantes de chef, shows nos melhores assentos, transfers confortáveis e total liberdade para compras e cassino. Aqui o céu é o limite — em Vegas, dá para gastar tanto quanto você quiser.


Compras: Quanto Reservar (e Onde Economizar)

Para muitos brasileiros, as compras são um dos principais motivos da viagem aos EUA — e em Las Vegas há ótimas oportunidades. Mas é um gasto que precisa entrar no orçamento, não ser uma surpresa no cartão.

Outlets de Las Vegas

A cidade tem dois grandes outlets, ambos com marcas a preços bem menores que no Brasil. O Las Vegas North Premium Outlets (perto da Downtown) é o maior e mais completo, com mais de 175 lojas. O Las Vegas South Premium Outlets fica mais ao sul. Em ambos, você acha Nike, Adidas, Coach, Michael Kors, Levi’s, Tommy Hilfiger e muitas outras marcas. A entrada é gratuita; você gasta só no que comprar.

Shoppings e lojas na Strip

Os shoppings dentro dos hotéis (Forum Shops no Caesars, Grand Canal Shoppes no Venetian, Miracle Mile no Planet Hollywood) têm de marcas de luxo a lojas mais acessíveis. São lindos de passear (de graça), mas os preços tendem a ser mais altos que nos outlets — compre ali o que for específico ou por conveniência.

Imposto e franquia da alfândega

Dois pontos importantes para o brasileiro: primeiro, os preços nas lojas não incluem o imposto sobre vendas (sales tax, cerca de 8,3% em Vegas), que é somado no caixa. Segundo, ao voltar ao Brasil, há uma franquia de isenção de US$1.000 por pessoa em compras no exterior (por via aérea); acima disso, incide imposto de 50% sobre o valor excedente. Planeje as compras pensando nessa franquia para não ter surpresa na volta.

💡 Dica: reserve um valor específico para compras no seu orçamento e trate-o como um “envelope” separado. Assim você aproveita as promoções sem estourar o cartão — e sem misturar com o dinheiro do dia a dia da viagem.


Reunindo as melhores estratégias para gastar menos sem perder a graça:

  • Viaje no meio da semana. Noites de domingo a quinta são muito mais baratas no hotel que sexta e sábado — pode economizar metade da diária.
  • Fuja dos grandes eventos. CES (janeiro), Fórmula 1 (novembro), grandes lutas e feriados disparam os preços. Evite, se o objetivo é economizar.
  • Some sempre a resort fee. Compare o custo total, não a diária anunciada.
  • Divida o quarto. Hotel para 2-4 pessoas barateia muito o valor por cabeça.
  • Aposte nas atrações gratuitas. Veja o guia de Las Vegas de graça e reserve dinheiro só para 1-2 experiências pagas.
  • Almoce em vez de jantar nos restaurantes mais caros (mesma comida, preço menor) e use os happy hours.
  • Compre por parceiro pagando em reais. Hotel, ingressos e seguro com preço fechado em reais evitam IOF e a variação do dólar — e permitem parcelar.
  • Compre passagem com antecedência (3-6 meses) e seja flexível com datas.
  • Use os transportes gratuitos (trens entre hotéis) e caminhe no centro da Strip.
  • Defina um limite de cassino e não ultrapasse — é entretenimento, não investimento.

Quantos Dias Ficar (e o Custo de Cada Opção)

Uma dúvida que afeta diretamente o orçamento: quantos dias dedicar a Las Vegas? Como a passagem é cara e fixa, o número de dias muda principalmente os custos de hotel, comida e lazer. Veja como pensar:

3 a 4 dias — o “essencial”

É o tempo mínimo para conhecer o principal: caminhar pela Strip, ver as atrações gratuitas, assistir a 1-2 shows e fazer um passeio (como o Grand Canyon). Para muita gente que combina Vegas com outro destino, 3-4 dias bastam. O custo de hotel/comida/lazer fica concentrado, mas a passagem (o item mais caro) é a mesma de uma viagem mais longa — por isso ficar tão pouco “desperdiça” um pouco o investimento da passagem.

5 a 7 dias — o ideal

É o período que melhor aproveita o custo da passagem. Dá para ver tudo com calma, incluir bate-voltas (Grand Canyon, Red Rock, Hoover Dam), curtir piscina e cassino, ver mais de um show e ainda descansar. É a duração que recomendo para quem vem do Brasil só para Vegas — vale a pena diluir o custo da longa viagem em mais dias.

Mais de 7 dias ou roteiro combinado

Vegas sozinha por mais de 7-8 dias pode cansar (a cidade é intensa). Se tiver mais tempo, o melhor é combinar com outros destinos: Los Angeles (a ~4h de carro), Grand Canyon, San Francisco, ou até Orlando/Miami num voo doméstico. Assim você aproveita melhor a passagem cara e conhece mais com um custo proporcionalmente menor por destino.

Regra geral: como a passagem internacional é o grande custo fixo, ficar mais dias reduz o custo médio por dia da viagem — desde que você equilibre com hotel econômico e atrações gratuitas nos dias extras.


A época da viagem muda totalmente o custo. Entender o calendário de Vegas é meio caminho andado para economizar.

Meses mais baratos

O auge do verão (julho e agosto) costuma ter os hotéis mais baratos, porque o calor passa de 40°C e a demanda cai. Janeiro e fevereiro (fora da CES) também têm boas tarifas. A contrapartida do verão é o calor intenso — bom para quem vai curtir piscina e atrações internas.

Meses de melhor clima (e preço mais alto)

A primavera (março a maio) e o outono (setembro a novembro) têm o clima mais agradável — e, por isso, preços um pouco mais altos. São ótimas épocas para quem quer caminhar pela Strip e fazer bate-voltas no deserto sem sofrer com o calor.

Datas para evitar (se quer economizar)

Fuja de: CES (início de janeiro), Fórmula 1 (novembro), Super Bowl, grandes lutas, Ano-Novo e feriados americanos importantes. Nessas datas, hotéis lotam e os preços podem triplicar. Por outro lado, se o seu objetivo é justamente o evento, reserve com muita antecedência.


7 Erros que Fazem o Brasileiro Gastar Mais em Vegas

Para fechar, os deslizes mais comuns que eu vejo encarecer a viagem sem necessidade — evitá-los já economiza bastante:

  1. Comparar hotéis só pela diária. Ignorar a resort fee faz você escolher um hotel que parecia barato e custa muito mais no total. Sempre some a taxa.
  2. Viajar no fim de semana ou em datas de evento. Sexta, sábado e semanas de convenção (CES, F1) podem dobrar ou triplicar o preço do hotel. Prefira o meio da semana.
  3. Sacar dinheiro nos ATMs dos cassinos. As taxas são altíssimas. Leve dinheiro do Brasil e use cartão de viagem.
  4. Comer todo dia na Strip (e sempre jantar). Os preços ali são inflacionados. Alterne com Downtown, Chinatown, food courts e priorize o almoço nos lugares caros.
  5. Não contratar seguro para “economizar”. O risco é desproporcional: uma emergência médica pode custar mais que a viagem inteira. É o pior lugar para cortar custos.
  6. Pagar tudo no cartão de crédito brasileiro. O IOF e o spread cambial corroem o orçamento. Reserve antecipado em reais o que der (hotel, ingressos, seguro) e use cartão de viagem no dia a dia.
  7. Subestimar gorjetas e impostos. O “preço final” sempre é maior que o anunciado. Sem o buffer de 15-20%, o orçamento estoura no meio da viagem.

Evitando esses sete erros, você já economiza uma boa quantia e chega muito mais tranquilo — com o dinheiro indo para o que realmente importa: aproveitar a cidade.


Conclusão: Vegas Custa o Que Você Decidir

Como você viu, não existe um preço único para viajar a Las Vegas — existe o seu preço, definido pelas escolhas que você faz. Dá para conhecer a cidade gastando relativamente pouco (a partir de ~R$12.000 com passagem) ou transformar a viagem em uma experiência de luxo sem teto. O segredo é planejar cada item: passagem com antecedência, hotel com a resort fee somada, seguro contratado, atrações gratuitas no centro do roteiro e 1-2 experiências pagas inesquecíveis.

E uma dica final que vale ouro para o bolso brasileiro: pague o máximo possível em reais e antecipado (hotel, ingressos, seguro, passeios). Você foge da variação do dólar, do IOF e ainda parcela — chegando em Vegas com quase tudo pago e a cabeça tranquila para aproveitar.

Quer ajuda para planejar o orçamento e reservar hotel, ingressos e passeios de Las Vegas pagando em reais? Fale com a gente pelo WhatsApp: atendemos em português e ajudamos você a montar a viagem do seu jeito, dentro do seu bolso.


Perguntas Frequentes: Quanto Custa Viajar para Las Vegas

Quanto custa viajar para Las Vegas saindo do Brasil?

Em 2026, uma viagem de 7 dias por pessoa custa, aproximadamente: a partir de R$12.000 (econômico), R$18.000 a R$25.000 (intermediário) e acima de R$35.000 (luxo). Isso inclui passagem, hotel, visto, seguro, comida, transporte e algum lazer. Os valores variam conforme o câmbio, a época e o seu estilo de viagem.

Quanto custa a passagem aérea para Las Vegas?

Saindo de São Paulo, a ida e volta começa em torno de R$3.290 a R$4.000 em promoções e datas tranquilas, podendo passar de R$5.000-6.000 em alta temporada. Não há voo direto — todos os trajetos têm pelo menos uma conexão, com duração total de 15 a 24 horas.

Quanto custa o hotel em Las Vegas por noite?

Os hotéis econômicos vão de US$40 a US$110 a diária; os intermediários de US$110 a US$200; e os de luxo de US$250 a US$500 ou mais. A esses valores, soma-se a resort fee obrigatória de US$35 a US$55 por noite. Sempre calcule o custo total (diária + resort fee + impostos).

O que é a resort fee?

É uma taxa diária obrigatória cobrada por quase todos os hotéis de Las Vegas, à parte do valor da diária (geralmente cobrada no check-out). Varia de US$35 a US$55 por noite mais imposto e cobre Wi-Fi, academia e piscina. É o custo escondido que mais pega o turista de surpresa.

Quanto custa o visto americano em 2026?

A taxa do visto de turista (B1/B2) é de US$185 por pessoa (cerca de R$920). Somando deslocamento e documentos, o custo final pode chegar a mais de R$1.500. É um custo único, válido por até 10 anos na maioria dos casos, então dilui bem se você viajar mais vezes aos EUA. O brasileiro precisa do visto tradicional — não usa o ESTA.

Preciso de seguro viagem para Las Vegas?

Não é obrigatório por lei, mas é altamente recomendado. A saúde nos EUA é a mais cara do mundo: uma consulta simples pode custar US$300 e uma internação ultrapassa US$20 mil. O seguro de 7 dias custa entre R$200 e R$500 por pessoa, com cobertura recomendada de pelo menos US$60 mil. É o investimento mais inteligente da viagem.

Quanto preciso gastar por dia em Las Vegas?

Em alimentação e gastos diários por pessoa: cerca de US$30-40/dia no perfil econômico, US$60-90/dia no intermediário e US$150-300+/dia no luxo. Some transporte, eventuais shows e o buffer para gorjetas e impostos. O hotel costuma ser calculado à parte, por variar muito.

Dá para viajar barato para Las Vegas?

Dá, sim. Vegas tem dezenas de atrações gratuitas, hotéis a partir de US$40, comida de food court e transporte público barato. Viajando no meio da semana, fora dos grandes eventos, dividindo o quarto e focando nas atrações grátis, é totalmente possível conhecer a cidade gastando relativamente pouco.

Quanto custa comer em Las Vegas?

Varia muito: fast food e food courts de US$10-15 por refeição; restaurantes casuais de US$25-45 por prato; buffets de US$25-70+; e alta gastronomia de US$80-150+ por prato. Para economizar, almoce em vez de jantar, use happy hours, divida porções e coma na Downtown, que é mais barata.

Quando é mais barato viajar para Las Vegas?

O auge do verão (julho e agosto) e janeiro/fevereiro (fora da CES) costumam ter os hotéis mais baratos. Evite a CES (janeiro), a Fórmula 1 (novembro), Super Bowl, grandes lutas e feriados, quando os preços disparam. Viajar de domingo a quinta também sai bem mais barato que no fim de semana.

Quais são os custos escondidos de uma viagem a Las Vegas?

Os principais são: as resort fees (US$35-55/noite), as gorjetas (18-22% em restaurantes, mais bares, malas e camareira), o imposto sobre vendas (somado no caixa, não incluso na etiqueta), a Live Entertainment Tax nos shows, o IOF e o câmbio nas compras de cartão, e o estacionamento pago nos hotéis. Reserve 15-20% a mais no orçamento para cobrir tudo isso.

Vale a pena alugar carro em Las Vegas?

Só vale se você pretende fazer bate-voltas (Grand Canyon, Hoover Dam, Red Rock Canyon). Para ficar só na Strip, o aluguel mais o estacionamento pago dos hotéis não compensa — é melhor usar Uber, os trens gratuitos entre hotéis e caminhar. Avalie conforme o seu roteiro.

É melhor pagar em dólar ou em reais?

Para itens que dá para reservar antes (hotel, ingressos, seguro, passeios), pagar em reais antecipado por um parceiro confiável costuma compensar: você evita a variação do dólar e o IOF, e ainda pode parcelar. Para gastos do dia a dia, leve um cartão de viagem em dólar e evite sacar nos ATMs dos cassinos, que têm taxas altas.

Quantos dias são ideais para conhecer Las Vegas?

De 5 a 7 dias é o ideal para quem vem do Brasil só para Vegas — aproveita melhor o alto custo da passagem e dá tempo de ver tudo com calma, incluir bate-voltas e descansar. Em 3-4 dias dá para ver o essencial (bom para quem combina com outro destino). Mais de 7-8 dias só em Vegas pode cansar; o ideal é combinar com Los Angeles, Grand Canyon ou outros destinos.

Quanto levar de dinheiro vivo para Las Vegas?

A maioria dos gastos pode ser no cartão, mas leve cerca de US$100-200 em espécie, principalmente em notas pequenas (US$1 e US$5) para as gorjetas, que são parte essencial da cultura americana. Troque no Brasil com antecedência e evite trocar dinheiro no hotel ou sacar nos ATMs dos cassinos, que cobram taxas altas.

Preciso pagar por bagagem na passagem para Las Vegas?

Depende da tarifa. Muitas passagens promocionais (“básicas”) incluem só bagagem de mão; despachar mala pode custar US$35 a US$75 por trecho. Sempre compare o preço total com a mala incluída — às vezes uma tarifa “mais cara” sai mais em conta no fim. E lembre que você provavelmente vai voltar com a mala mais cheia de compras.

Quanto custa fazer compras em Las Vegas?

As compras são um gasto à parte e variam conforme o seu objetivo. Os outlets (North e South Premium Outlets) têm marcas a preços bem menores que no Brasil. Lembre-se de que o imposto sobre vendas (cerca de 8,3%) é somado no caixa e de que a franquia de isenção da alfândega brasileira é de US$1.000 por pessoa (via aérea), com 50% de imposto sobre o excedente. Reserve um valor específico para compras no orçamento.

Vale mais a pena Las Vegas, Orlando ou Miami para o brasileiro?

São viagens diferentes. Orlando é focada em parques temáticos e famílias; Miami em praia, compras e vida urbana; Las Vegas em entretenimento, shows, cassino e paisagens do deserto. Em custo, são parecidas no geral (a passagem e o hotel pesam em todas), mas Vegas tem a vantagem de muitas atrações gratuitas. Muitos brasileiros combinam dois desses destinos numa só viagem para aproveitar o custo da passagem.